Respeito todos aqueles que recusam seguir as "novas" regras, eu optei por evitar a utilização das palavras com nova grafia nos meus passatempos... em 2011 isso já tinha acontecido no livro "Palavras Cruzadas com Literatura", publicado pela Quetzal... e assim continuará a ser, sempre que possível.
Segui o AO a partir do momento que o mesmo foi aplicado nas escolas e em alguns jornais e revistas para os quais trabalho (o que não foi bem aceite por algumas pessoas, eu sei, mas não poderia ser de outra maneira)... rapidamente percebi que o melhor seria evitar as palavras que mudam... longe de mim arranjar "inimigos" e afastar as pessoas das Palavras Cruzadas.
O AO tem algumas coisas positivas, aproximar a grafia utilizada pelos países lusófonos é positivo... mas há, obviamente, regras com as quais não concordo, por exemplo, «para», sem acento, dificulta (e muito) a leitura... mas, como disse, não a utilizo (e esta pode ser facilmente substituída por outras palavras).
O AO, carece de uma revisão, sim... mas há outras "coisinhas" que estão a prejudicar a língua portuguesa... por exemplo: a utilização do inglês... não só nas Redes Sociais, aparece já em muitas das "nossas" expressões diárias... isso, sim, deixa-me muito preocupado...
...e fico-me por aqui pois tenho mais que fazer... ;-)
...e fico-me por aqui pois tenho mais que fazer... ;-)
Amplexos e ósculos!...


A "vitória" do Não é bem evidente mas eu sou pelo Sim... apesar de tudo, há coisas positivas... o AO está em vigor e o meu dever, como profissional, é conhecê-lo/estudá-lo e aplicá-lo... a grafia será única, é certo, mas não a semântica (ramo da linguística que estuda o significado das palavras) o que assegura/mantém diferenças... e com as diferenças fica a língua mais rica...


Amplexos e ósculos,