5.6.08

Acordo Ortográfico: Sondagem

Serve este post para assinalar os 200 votos na sondagem deste blogue sobre o Acordo Ortográfico.

Pergunto: Concorda com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa?

Responderam:
Sim 44 (22%)
Não 143 (71%)
É-me indiferente 13 (6%)

A diferença de votos fala por si!

Agradeço a participação de todos aqueles que votaram.
Quem ainda não o fez... tem 678 dias para fazê-lo... são muitos dias!

Aproveito para relembrar que na passada segunda-feira, dia 2 de Junho, signatários do Manifesto em defesa da Língua Portuguesa entregaram ao Presidente da República, Cavaco Silva, um CD-Rom com as 45.000 assinaturas e nove pareces contra o Acordo Ortográfico.

O actual acordo, revela "deficiências e erros" e "traz gravíssimas lesões à Língua Portuguesa". Apontou, concretamente, o caso da "grafia facultativa", que, na sua previsão, "vai lançar o caos". (Vasco Graça Moura)

Além de Vasco Graça Moura, a delegação integrava os linguistas António Emiliano e Jorge Morais Barbosa e a catedrática de literatura Maria Alzira Seixo.

Fonte: Público

Convido-o a deixar a sua opinião em forma de comentário... ;-)

Significado de Quercus

Para assinalar o Dia Mundial do Ambiente, achei curioso deixar aqui o significado da palavra Quercus. Sabe o que significa?
Acredito que a maioria das pessoas apenas conhece o termo Quercus como sendo o nome da maior organização ambiental portuguesa.
No entanto, quercus ou querco (aportuguesamento) é o nome científico de um género da família das Fagáceas, a que pertencem os carvalhos e sobreiros.

Fonte: Diciopédia

Site da Quercus: http://www.quercus.pt/scid/webquercus/

4.6.08

Provérbios

Já há algum tempo que não dava notícias sobre as Palavras Cruzadas que crio para o jornal Público, pois aqui fica uma lista com os últimos 36 provérbios utilizados.

Abelhas sem comida, colmeia perdida
Água corrente não mata gente
Águas da Ascensão, das palhas fazem grão
Alma que vai, não volta
Amizade que pode envelhecer, não deve morrer
Amor que pica, sempre fica
Arrenega do amante que não ousa tudo
As bebidas fortes fazem os homens fracos
Bolsa despejada, casa amargurada
Bolsa leve, coração pesado
Chuva de Junho, peçonha do mundo
Com bom traje, se esconde ruim linhagem
Depois do burro morto, cevada ao rabo
Defeitos do meu amigo, lamento mas não maldigo
Iras de amantes, desabafam em maldições
Mais vale cão vivo, que leão morto
Mãos frias, amores todos os dias
Muitos conhecidos, poucos amigos
Não faz passo largo quem tem perna curta
Não há amante discreto nem louco que saiba aconselhar
Não há amante ruim, nem pequeno
Não há amizade no cobiçoso
Nem tudo que balança cai
No dia da cozedura, até as aranhas ficam fartas
Onde se chora não cantes
Para uma alegria, mil dores
Quem acompanha com coxo, ao terceiro dia coxeia
Quem breve ama, tarde esquece
Quem cansa sempre alcança
Quem fala no barco, quer embarcar
Quem mais baixo voa, menos tombo leva
Quem muito apalpa pouco acerta
Quem muito começa, pouco acaba
Quem se deserda antes que morra, merece uma cachaporra
Quem tem vagar, faz colheres
Tantas cabeças, quantas sentenças
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